Certificado de bem-estar animal constitui um “elemento de valorização”
25 de mai. de 2022, 14:58
— Lusa/AO Online
Segundo
uma nota divulgada na página da Internet do Governo dos Açores,
durante a entrega do diploma de certificação ‘Welfare Quality’ no
Matadouro da ilha Terceira, que decorreu na terça-feira, António Ventura
considerou tratar-se de “um grande passo”, salientando a importância de
“ter este valor no processo de abate animal, como ter fatores de
produção baratos”.De acordo com o
governante, citado na nota, já não se pode viver sem essa “certificação
de bem-estar animal”, uma vez que “existe uma sociedade atenta,
consumidores atentos e uma população com novas sensibilidades
relativamente ao modo como se tratam os animais, quer em produção, quer
em abate”.Ainda segundo António Ventura,
com a pandemia de covid-19 os consumidores “aceleraram aquilo que é a
preocupação sobre a alimentação humana”, com o selo de certificação a ir
ao encontro das “preocupações da humanidade”.António
Ventura salientou ainda que o objetivo do Governo dos Açores “é que os
abates de animais sejam todos feitos na região e que daqui decorram
mais-valias em termos de ganhos económicos na transformação, mas também
na existência de mão-de-obra”.O secretário
Regional defendeu também uma evolução “no sentido de produzir um
produto com recurso a menos água e que consiga atravessar o Atlântico e
estar na mesa dos consumidores, sem grandes custos de transporte e com
uma nova apreciação gastroeconómica”.A
partir de 2023, será feito um quadro de apoio para que os privados
possam “montar as suas próprias salas de maturação”, revelou o
governante.