CDS-PP/Açores quer saber número de assistentes operacionais nas escolas de São Jorge
29 de set. de 2022, 10:57
— Lusa/AO Online
Em comunicado, o partido, que
integra o executivo açoriano, avança que pediu ao Governo dos Açores
“uma série de informações quanto aos assistentes operacionais nas três
escolas da ilha de São Jorge”.Segundo a
nota de imprensa, a líder parlamentar do CDS-PP/Açores, Catarina
Cabeceiras, pretende saber “qual o rácio de assistentes operacionais
previsto para cada uma das unidades orgânicas”, de acordo com a
legislação em vigor.A deputada, eleita por
São Jorge, questiona o executivo sobre o número de assistentes
operacionais existentes em cada uma das escolas da ilha e sobre o “tipo
de vínculo que liga esses assistentes operacionais às respetivas
unidades orgânicas”.Catarina Cabeceiras
pretende saber se aqueles profissionais têm um contrato por tempo
indeterminado ou determinado, ou se estão a realizar um programa
ocupacional.A deputada regional do CDS-PP
pede ao executivo para revelar se existem assistentes operacionais com
60 ou mais anos de idade ou com “alguma limitação na condição física”. O CDS-PP/Açores pergunta também se existem assistentes com “atestado médico de longa duração”.Cabeceiras
enaltece ainda as políticas do Governo dos Açores, que atualizou os
rácios de assistentes operacionais por instituição, tornando-os
“ajustados à realidade atual do sistema educativo, dos alunos e próprias
tipologias das escolas”.Na sexta-feira, o
Sindicato dos Professores da Região Açores (SPRA) considerou que a
“falta de assistentes operacionais é um problema comum e transversal às
escolas públicas da região, embora tenha intensidades diferentes de ilha
para ilha e de escola para escola”.Na
quinta-feira, o presidente do Governo dos Açores disse, depois de ter
recebido representantes de trabalhadores de programas ocupacionais que
se manifestaram em frente à Presidência do executivo, que a região
possuiu “mais 25%” de assistentes operacionais nos quadros das escolas.