CDS/Açores quer saber ponto de situação da empreitada do Centro de Saúde das Velas
9 de fev. de 2023, 16:34
— Lusa
Segundo a
deputada do CDS-PP (um dos partidos que integra a coligação do Governo
Regional, a par do PSD e do PPM), a empreitada em causa "arrasta-se há
demasiado tempo” e já em junho de 2016 o anterior executivo do PS havia
anunciado a adjudicação da obra de reabilitação por 1,3 milhões de
euros."O contrato de empreitada da obra
foi assinado em janeiro de 2019 no valor global de 1,6 milhões de
euros", lembra ainda a parlamentar, eleita pelo círculo de São Jorge.De
acordo com uma nota de imprensa do partido, a deputada enviou, na
quarta-feira, um requerimento ao Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM) para
"saber como decorrem os trabalhos" da empreitada do Centro de Saúde das
Velas e qual a data prevista para a sua conclusão.A
obra promovida pelo Governo socialista, porém, “não chegou a bom termo,
tendo o empreiteiro abandonado a obra”, recorda Catarina Cabeceiras,
citada no comunicado enviado às redações.
“Os jorgenses aguardam ansiosamente por melhores condições no que
concerne aquela infraestrutura”, afirma a deputada do CDS-PP nos Açores.No
texto do requerimento, a deputada refere que o atual procedimento
concursal foi lançado em maio de 2021, passados seis meses da tomada de
posse do atual Governo, e a consignação da obra em dezembro do mesmo
ano, com um prazo de execução de 540 dias, o que considera
“demonstrativo do empenho do executivo em agilizar e concretizar a
respetiva obra”.A deputada do CDS-PP
entende como benéfico “a opção do atual Governo de rever e reformular o
projeto” e que visa também "dar a adequada resposta às necessidades da
população".No requerimento a deputada pretende saber se está prevista a reabertura do centro de saúde “de forma faseada ou em bloco”. Segundo
a deputada, “a deslocalização dos serviços do centro de saúde para o
edifício da Escola Básica e Secundária das Velas tem permitido que a
obra avance de forma mais célere, ao invés de ser realizada de forma
faseada, conforme o previsto inicialmente”, Contudo,
Catarina Cabeceiras alerta para “todos os constrangimentos que têm sido
sentidos" pelos utentes e profissionais, devido às condições
provisórias de funcionamento do centro de saúde.