25 de fev. de 2019, 16:01
— Susete Rodrigues/AO Online
“Este
edifício tem por objetivo servir a população, passando a freguesia
da Ribeira Seca a dispor de um espaço específico para cerimónias
fúnebres. É uma empreitada que responde a um velho anseio das
gentes locais que, até agora, realizava as cerimónias em ermidas
que não ofereciam as melhores condições de conforto”, explicou
Alexandre Gaudêncio, citado em nota de imprensa.
O
presidente da autarquia, que se fez acompanhar pelos vereadores
Carlos Anselmo e Cátia Sousa e pelo executivo da junta de freguesia,
destacou “todo o empenho que ambos colocaram na resolução deste
assunto que se arrastava há sensivelmente vinte anos.”
Alexandre
Gaudêncio deixou vincado que a construção da casa mortuária é
“mais uma vitória para a Ribeira Seca que sempre reivindicou esta
obra e só agora, com este executivo, conseguiu torná-la realidade,
fruto das boas relações existentes e da capacidade que a Câmara
vem revelando em honrar os compromissos assumidos.”
Para a
construção da Casa Mortuária da Ribeira Seca, acrescentou o edil,
“também contribuíram as comissões de festas de São Pedro de
2015 e 2016”, evidenciando que “a inauguração deste espaço
encerra um ciclo de intervenções deste género, nomeadamente a
construção da casa mortuária de Rabo de Peixe e a ampliação da
do Pico da Pedra.”
Na
ocasião, Alexandre Gaudêncio manifestou a intenção de “iniciar,
ainda este ano, a elaboração do projeto para a construção de uma
casa mortuária na cidade, próxima do cemitério Nossa Senhora da
Estrela, que deverá ser dotada de crematório.”