"Casa aberta" disponível para vacinação de pessoas acima dos 60 anos
Covid-19
30 de nov. de 2022, 18:21
— Lusa/AO Online
Com a “casa aberta” para
maiores de 60 anos, desceu-se mais uma vez a faixa etária, “para que
mais utentes possam deslocar-se aos locais de vacinação sem ser
necessário marcação”, anunciaram os Serviços Partilhados do Ministério
da Saúde (SPMS) em comunicado.A modalidade
continua também disponível para grupos profissionais prioritários (com
recurso a senhas digitais) e para a vacinação e reforço de pessoas entre
os 18 e 59 anos e vacinação primária acima dos 12 anos.Segundo
os SPMS, já foram vacinados mais de 2,4 milhões de utentes contra a
covid-19 e mais de 2,1 milhões contra a gripe, em Portugal Continental,
dos quais mais de 1,6 milhões receberam as duas vacinas em simultâneo
entre o dia 07 de setembro e terça-feira, no âmbito da campanha de
vacinação outono/inverno.O reforço da
vacina da covid-19 estabelece como grupos prioritários pessoas com 60 ou
mais anos, grávidas com 18 ou mais anos, doenças definidas pela norma
publicada pela Direção-Geral da Saúde, maiores de 12 anos com patologias
de risco, estudantes em estágio clínico, bombeiros envolvidos no
transporte de doentes e profissionais de Estabelecimentos Prisionais.Para
os residentes ou profissionais de Estabelecimentos Residenciais Para
Idosos (ERPI), na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados
(RNCCI) e para profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados
estão indicadas ambas as vacinas.“Nas próximas semanas a campanha de reforço sazonal contra a covid-19 será estendida a maiores de 50 anos”, salientam os SPMS.A
vacinação contra a gripe é também recomendável para quem tem idade
igual ou acima dos 65 anos, crianças com seis ou mais meses que
apresentem patologias crónicas associadas, doentes crónicos e
imunodeprimidos e grávidas.Desde o dia 7
de setembro que decorre a campanha de reforço sazonal em vários centros
de vacinação do país, e irá prolongar-se até dezembro, tendo como
prioridade proteger as pessoas mais vulneráveis, prevenindo a doença
grave, a hospitalização e a morte. “O
objetivo é vacinar este ano 3 milhões de pessoas elegíveis e por isso
reforça-se a importância da adesão à vacinação, em particular dos mais
vulneráveis, para ficarem mais protegidos para os próximos meses”,
apelam no comunicado.