Cabaz alimentar sobe 1,48 euros na última semana para 253,55 euros
Hoje 12:30
— Lusa/AO Online
Depois
de ter caído 1,53 euros na semana anterior (252,07 euros), “o cabaz
alimentar monitorizado pela Deco Proteste, organização de defesa do
consumidor, custa esta semana 253,55 euros, o que representa um aumento
na ordem dos 1,48 euros”, lê-se na informação divulgada.A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.Entre
outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada,
cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete,
açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.Entre
12 e 19 de agosto, o atum posta em óleo vegetal registou um aumento de
16% para 1,59 euros, a farinha para bolos subiu 10% para os 1,83 euros e
o feijão manteiga registou um acréscimo de 10%, para 1,50 euros, os
produtos com maiores aumentos de preços.No início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 11,73 euros (menos 4,85%).Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 12,25 euros (menos 5,08%).Já no início de 2022, era possível gastar menos 65,85 euros (uma diferença de 35,08%).Em
relação ao ano passado, a maior subida de preço verificou-se em
produtos como a couve-coração (24% custando atualmente 1,94 euros por
quilograma), o bacalhau graúdo (24% custando atualmente 19,56 euros por
quilograma), e o robalo (22% custando atualmente 10,06 euros por
quilograma).Desde 05 de janeiro de 2022,
os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer
(119% para 12,76 euros por quilograma), a couve-coração (95% para 1,94
euros) e o bacalhau graúdo (85% para 19,56 euros por quilograma).