Bruxelas retira abrótea da gestão dos stocks de pesca de profundidade
9 de out. de 2018, 11:37
— Lusa/AO Online
Para
os TAC de peixe-espada preto, Bruxelas propõe um corte de 6%, para as
2.832 toneladas em 2019 e 2020 nas zonas de pesca que abrangem Portugal continental e Açores, sendo que nas águas em torno da Madeira (zona
CECAF) passam, nesta espécie, a ser geridas por autoridades nacionais.As
capturas de imperador deverão sofrer uma redução de 20%, para um máximo
de 224 toneladas nos próximos dois anos, incluindo em águas nacionais.No
próximo biénio, as capturas de lagartixa-da-rocha poderão aumentar 9%,
para as 2.281 toneladas e as de goraz, por seu lado, deverão ser
diminuídas em 10% (para as 149 toneladas) em águas ocidentais sul -
abrangendo Portugal continental - e aumentadas em 11% (para as 576) na
região dos Açores.Segundo
a Comissão Europeia, estas novas medidas, que se baseiam no
aconselhamento científico, permitirão que as unidades populacionais se
reconstituam gradualmente até atingirem níveis sustentáveis.A pesca de profundidade representa menos de 1 % das capturas no Atlântico Nordeste.