Ricardo Pacheco adiantou ao Açoriano Oriental que no contacto
estabelecido com Bruno Vicintin, o novo acionista maioritário e
presidente do Conselho de Administração (CA) da Santa Clara Açores –
Futebol SAD fez questão de manifestar a sua vontade de que o presidente
do Clube Desportivo Santa Clara (CDSC) fosse o representante do clube no
novo CA da sociedade anónima desportiva.O líder do clube encarnado
acredita que o empresário brasileiro vai contribuir, e muito, para o
crescimento do Santa Clara, tanto no campo financeiro como desportivo.O
presidente do CDSC considera que a nova presidência da SAD do Santa
Clara transmite-lhe uma enorme confiança, quando comparada com os dois
anteriores acionistas: Glen Lau e Ismail Uzun, empresários que venderam
as suas participações a Bruno Vicintin.Ricardo Pacheco acredita que
melhores dias virão para a sociedade anónima desportiva açoriana e para o
clube, mostrando-se muito otimista depois do diálogo mantido com Bruno
Vicintin, elogiando a postura e a forma como se dirigiu ao presidente do
emblema açoriano.No primeiro contacto efetuado entre os líderes da
SAD e do clube não foram abordadas questões relacionadas com a
construção de um centro de treinos na ilha de São Miguel, algo que
Vicintin ambiciona. Ainda assim, o advogado reforça a confiança que
deposita neste investidor que, “tendo a capacidade financeira que os
anteriores nunca demonstraram, certamente estão em melhores condições de
projetar o clube a outros patamares”. As divergências entre Ricardo
Pacheco e o anterior CA agravaram-se nos últimos meses, em especial
devido à transferência de um dos maiores ativos do plantel encarnado: o
médio brasileiro Lincoln.O contacto com Bruno Vicintin foi muito
diferente, “muito mais claro”, destaca o presidente do clube, do que o
que sucedia, por exemplo, com o anterior CA liderado por Ismail Uzun,
“perante o qual o CDSC teve de muitas vezes demonstrar a sua posição”,
recordou.