Brasil regista novo recorde com 67.860 casos em 24 horas
Covid-19
23 de jul. de 2020, 15:51
— Lusa/AO Online
O maior país da América do Sul e o segundo
mais afetado pela pandemia de covid-19 no mundo totaliza agora 2.227.514
casos da doença.No último dia, foram
também registadas 1.284 mortes, que elevam para 82.771 o total de óbitos
provocados pelo novo coronavírus no Brasil.Segundo
o Ministério da Saúde brasileiro, 1.532.138 pessoas são consideradas
recuperadas da doença, enquanto 612.605 infetadas permanecem em
acompanhamento.Um consórcio de empresas de
comunicação social que também divulga os números da pandemia recolhidos
junto das secretarias de saúde dos 26 estados brasileiros e do Distrito
Federal informou que o país somou 65.339 casos da doença no último dia,
atingindo um total de 2.231.871 infeções.Os
óbitos confirmados da doença em 24 horas chegaram a 1.293, havendo um
total de 82.890 pessoas mortas por causa da pandemia no país, segundo os
dados deste consórcio.Hoje o Governo
brasileiro informou que o Presidente do país, Jair Bolsonaro, realizou
três testes, o último na terça-feira, e permanece infetado pelo novo
coroanvírus. “Jair Bolsonaro continua em
boa evolução de saúde, sendo acompanhado pela equipa médica da
Presidência da República. O teste realizado pelo presidente no dia de
ontem, 21, apresentou resultado positivo”, diz um comunicado emitido
pelo Palácio do Planalto.Durante uma
conferência de imprensa realizada no início da noite, no estado do Rio
Grande do Sul, o ministro da Saúde brasileiro, o general Eduardo
Pazuello, afirmou que o país começará a fabricar uma vacina desenvolvida
pela Universidade de Oxford, do Reino Unido, entre dezembro deste ano e
janeiro de 2021, caso o medicamento se mostre eficiente.A
vacina da Universidade de Oxford está em testes no Brasil desde junho,
onde deverá ser aplicada em 5 mil voluntários, numa parceria
estabelecida com a Fundação Oswaldo Cruz Fiocruz.Outra
vacina contra a covid-19 em testes no país, desenvolvida pelo
laboratório chinês Sinovac, chamada CoronaVac, também está nos planos do
Governo brasileiro.De acordo com o
ministro brasileiro, a Coronavac, testada no país numa parceria que
envolve o Instituto Butantan, ligado ao governo regional de São Paulo,
será usada para complementar a imunização da população brasileira.Pazuello
também afirmou que o Brasil deve iniciar negociações com a Pfizer sobre
uma possível compra da vacina desenvolvida pela farmacêutica
norte-americana em parceria com a empresa alemã de biotecnologia
BioNTech contra o novo coronavírus, que também será testada no país.