Bicicletas e trotinetes elétricas da Bolt chegam ao concelho de Ponta Delgada
31 de jul. de 2024, 16:22
— Sara Lima Sousa
Já é possível a utilização partilhada de bicicletas e trotinetes
elétricas, através de um protocolo assinado entre a Câmara de Ponta
Delgada e a plataforma de mobilidade Bolt, segundo anunciou a
autarquia em nota de imprensa. Conforme refere o presidente da
Câmara de Ponta Delgada, Pedro Nascimento Cabral, o serviço será alvo de
uma “experiência-piloto e testado ao longo de um ano”, estando prevista
“a introdução faseada de 100 bicicletas e 300 trotinetes”, distribuídas
pelo concelho.As bicicletas e trotinetes estarão parqueadas em
vários locais da malha urbana de Ponta Delgada, designados ‘docas’,
tendo sido dada prioridade à sua instalação em parques de estacionamento
públicos, junto a estabelecimentos de ensino, zonas balneares e outros
pontos de interesse do concelho que permitam a intermodalidade. A
medida surge enquadrada nos “novos desafios de mobilidade urbana
decorrentes da defesa intransigente da sustentabilidade ambiental” que
se desenvolve a partir do centro histórico, apresentando resultados ao
nível da “melhoria da qualidade de vida das pessoas e numa circulação
mais eficiente”, afirmou o autarca na nota de imprensa. “Por cada
bicicleta e trotinete utilizada contribuímos para a descarbonização da
nossa cidade e concelho. Vence o ambiente e vence a população que ganha
em saúde e bem-estar pela proteção dos poluentes que são emitidos pelos
veículos de combustão”, realçou Pedro Nascimento Cabral. Para
utilizarem as bicicletas e as trotinetes, os clientes terão de
descarregar a aplicação da Bolt e escolher o ícone do serviço para
desbloquear o veículo, digitalizando o código QR.“Com a introdução
deste serviço da Bolt, cumprimos um novo objetivo, somando mais uma
medida concreta a favor da mobilidade inclusiva, ativa e sustentável no
concelho”, sublinhou ainda Pedro Nascimento Cabral. Que entre as medidas
já realizadas destacou a “requalificação do centro histórico”, em que
foi eliminado um “conjunto muito significativo de barreiras
arquitetónicas, com o objetivo de melhorar a acessibilidade a todas as
pessoas, sobretudo aquelas que apresentam limitações físicas”.Além
disso, “criámos novas zonas para estacionamento de motociclos e para
pessoas com mobilidade reduzida, libertámos a baixa histórica do
trânsito automóvel e, dentro em breve, a rede minibus será gratuita para
todos os estudantes e cidadãos com 65 ou mais anos”, concluiu
Pedro Nascimento Cabral.