BE concorre em todos os círculos com António Lima cabeça de lista em São Miguel
14 de dez. de 2023, 22:03
— Lusa
Em comunicado, o
BE refere que a Comissão Coordenadora Regional “aprovou os nomes dos
candidatos e candidatas que vão ocupar o primeiro lugar em cada um dos
dez círculos eleitorais” nas próximas eleições regionais.António
Lima, coordenador regional do BE e atual deputado, professor de
profissão, de 42 anos, será o primeiro candidato na lista de São Miguel e
no Círculo Regional de Compensação (que reúne os votos que não foram
aproveitados para a eleição de parlamentares nos círculos de ilha).Na
ilha Terceira, a lista será encabeçada por Alexandra Manes, ajudante de
educação especialista, de 49 anos, deputada no parlamento açoriano
desde 2020.Aurora Ribeiro, investigadora,
de 39 anos, será a primeira candidata pela ilha do Faial e Daniela
Silveira, gestora de projetos, com 37 anos, será cabeça de lista do BE
pela ilha do Pico.Em Santa Maria, o
estudante universitário Pedro Amaral, com 21 anos, volta a ser o
primeiro candidato, enquanto o empresário Eugénio Viana, de 46 anos,
lidera a lista do Bloco pela ilha de São Jorge.Na
ilha Graciosa, o primeiro lugar da lista será ocupado por Ricardo
Toste, mecânico de manutenção, de 51 anos, e na ilha das Flores, a lista
vai ser liderada por Nelson Amaral, auxiliar de ação médica, de 43
anos.No Corvo, no primeiro lugar da lista do BE está Maria Amaral, desempregada, de 41 anos.Na
segunda-feira, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa,
anunciou a dissolução da Assembleia Legislativa dos Açores e a marcação
de eleições regionais antecipadas para 04 de fevereiro de 2024, decisão
que obteve parecer favorável do Conselho de Estado.Antes,
em 30 de novembro, o chefe de Estado ouviu os partidos representados no
parlamento açoriano, na sequência do chumbo do orçamento regional para
2024.As eleições regionais nos Açores irão
realizar-se cinco semanas antes das legislativas antecipadas anunciadas
para 10 de março do próximo ano.O Governo
de coligação (PSD/CDS-PP/PPM) nos Açores, chefiado por José Manuel
Bolieiro, deixou de ter apoio parlamentar maioritário desde que um dos
dois deputados eleitos pelo Chega se tornou independente e o deputado da
Iniciativa Liberal rompeu com o acordo de incidência parlamentar, em
março.O executivo de José Manuel Bolieiro
manteve um acordo de incidência parlamentar com o agora deputado único
do Chega no parlamento açoriano.