Avaliação bancária na habitação aumenta para 1.485 euros por m2 em janeiro
24 de fev. de 2023, 12:03
— Lusa/AO Online
De acordo
com o Inquérito à Avaliação Bancária, publicado pelo Instituto Nacional
de Estatística (INE), em janeiro, “o valor mediano de avaliação bancária
na habitação foi 1.458 euros”, ou seja, “mais 27 euros que o observado
no mês precedente”.Já “em termos homólogos, a taxa de variação fixou-se em 14,9% (13,5% em dezembro de 2022)”, acrescenta.O
maior aumento face ao mês anterior registou-se no Algarve (2,2%),
tendo-se verificado a única descida na Região Autónoma dos Açores
(-0,8%), bem como em termos homólogos, com a variação mais intensa
registada no Algarve (17,4%) e a menor na Região Autónoma dos Açores
(7,5%).“Refira-se que o número de
avaliações bancárias consideradas diminuiu pelo oitavo mês consecutivo,
situando-se em cerca de 22.000, o que representa uma redução de 25,8%
face mesmo período do ano anterior e menos 33,3% que em maio último, mês
em que se registou o máximo da série”, apontou a autoridade
estatística.No mês em análise, o valor
mediano de avaliação bancária de apartamentos foi 1.672 euros por m2,
tendo aumentado 16,4% relativamente a janeiro de 2022. Os
valores mais elevados foram observados no Algarve (2.090 euros/m2) e na
Área Metropolitana de Lisboa (1.988 euros/m2), tendo o Alentejo
registado o valor mais baixo (1 067 euros/m2). A
Região Autónoma da Madeira apresentou o crescimento homólogo mais
expressivo (18,4%) e a Área Metropolitana de Lisboa o menor (15,2%).Já
no que diz respeito a moradias, o valor mediano da avaliação bancária
foi de 1.152 euros por m2, em janeiro, o que representa um acréscimo de
11,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os
valores mais elevados observaram-se no Algarve (2.083 euros/m2) e na
Área Metropolitana de Lisboa (1.988 euros/m2), tendo o Centro e o
Alentejo registado os valores mais baixos (950 euros/m2 e 966 euros/m2,
respetivamente). O Algarve apresentou o maior crescimento homólogo (18,6%) e o menor ocorreu na Região Autónoma dos Açores (7,5%).