Aprovada a compra de pulseiras eletrónicas no valor de 19,4 ME em cinco anos
22 de ago. de 2019, 17:54
— Lusa/AO Online
O prazo contratual de cinco
anos (2020-2024), aprovado hoje em Conselho de Ministros, deve-se à
necessidade “de garantir alguma estabilidade ao sistema de vigilância
eletrónica" que é "um garante da fiscalização das decisões judiciais e
da proteção das vítimas”. Dados
fornecidos pelo MJ à Lusa indicam que, desde a sua implementação em 2002
e até 31 de dezembro de 2018, foram monitorizados cerca de 10.854
cidadãos através do sistema de vigilância eletrónica (VE). A
utilização destes meios eletrónicos de controlo à distância constitui,
segundo estudos citados pelo ministério, uma forma rigorosa de controlo
contínuo do cumprimento da decisão judicial e proporcionam aos tribunais
“um instrumento eficaz para executar as suas decisões” com vantagens na
ressocialização de reclusos.A vigilância
eletrónica permite também “aliviar a pressão existente sobre o sistema
prisional, e garante níveis elevados de proteção às vítimas”. A
aquisição dos equipamentos de vigilância eletrónica está sujeita a
concurso público a ser publicado no Jornal Oficial da União Europeia.