António Medeiros garante resistência das classificativas
25 de out. de 2018, 09:07
— Nuno Martins Neves
O novo diretor de prova do Grupo Desportivo Comercial afastou qualquer
dúvida existente sobre a capacidade de resistência das duas provas
especiais de classificação que vão compor o Lotus Rallye, sétima, última
prova e decisiva prova do Campeonato dos Açores de Ralis.Não
haveria melhor local para António Medeiros fazer a sua estreia como
diretor de prova, do que no também novo auditório do Museu de Tabaco da
Maia. Uma nova era no Grupo Desportivo Comercial iniciou-se ontem ao
final da tarde com a apresentação do Lotus Rallye, rali que terá como
quartel-general precisamente a freguesia da Ribeira Grande.Na
plateia com vários entusiastas do desporto automobilístico, equipas de
ralis (Play/AutoAçoreana Racing) e pilotos (Luís Rego Jr. e Rafael
Botelho), a ausência mais notada foi a de Francisco Coelho, presidente
do GDC, que falhou a cerimónia por doença, tendo sido representado por
Rui Branco. Nota da declaração de intenção do presidente da Junta de
Freguesia Jaime Rita, que deseja ver o rali na Maia em 2019.Sobre o
traçado propriamente dito, António Medeiros esclarece que as três
passagens pelos dois troços dão garantias, pois são “provas com piso com
alguma consistência, que não degradam facilmente”.O rali começa na
sexta-feira à noite com a Superespecial citadina no centro da Ribeira
Grande, uma prova para “dar visibilidade aos pilotos, aos patrocinadores
e à organização”. Segue-se no sábado as passagens triplas por Monte
Escuro/São Brás, com grande parte do traçado do Azores AirlinesRallye
(AAR) a ser utilizado, “com a exceção da parte final em alcatrão, com a
tomada de tempo um pouco antes na terra”.Por último, a
Achada/Graminhais começa junto à casa florestal da Achada, “uma zona
intermédia do Azores Airlines, e fará o trajeto normal até ao fim, com a
tomada de tempo 100 metros mais à frente do que é feito do AAR”,
explica.