A Polícia de Segurança Pública foi chamada ao local, tendo sido de imediato interdita a entrada nas instalações da Caixa de Crédito Agrícola, bem como a circulação junto ao edifício, no Largo da Matriz e em parte da Rua do Valverde.
Depois de uma vistoria ao local pela equipa de inactivação de engenhos explosivos e outros meios, as forças policiais concluíram que a ameaça de bomba era falsa. Como explicou o subcomissário Ruben Medeiros, foram respeitados os procedimentos definidos internamente para situações de perigo que envolvem engenhos explosivos. Mas assim que se confirmou tratar-se de uma ameaça falsa, os meios da PSP foram desmobilizados e a instituição bancária pôde voltar a abrir portas ao público.
É a segunda ameaça de bomba, dirigida à Caixa de Crédito Agrícola, nos últimos meses. Segundo Ruben Medeiros, “há uma investigação em relação à primeira ocorrência e estamos a reunir elementos para instaurar um inquérito-crime também em relação à segunda situação”. “Estamos a coligir a informação que existe nesta fase justamente para ver se existem semelhanças com a outra situação. E vamos fazer todos os possíveis para tentar localizar a origem da chamada”, referiu ainda.
A ameaça de bomba configura a prática de um crime, punido com uma pena de prisão até um ano ou com pena de multa até 120 dias.