Alonso Miguel no “Primer Congreso Internacional de los Océanos" nas Canárias
8 de nov. de 2021, 16:40
— Susete Rodrigues/AO Online
A realização de intercâmbios deste
género “é fulcral para a troca de soluções e boas práticas
entre as regiões da Macaronésia”, destacou na ocasião o
governante, citado na nota do executivo regional, alertando que “é
tempo de refletir e de nos reinventarmos enquanto sociedade”.
Para o titular da pasta do Ambiente, “é
tempo de agir e os Açores, com este Governo, estão na linha da
frente da batalha”.
Nos Açores existem 26 locais ao abrigo
da Diretiva Habitats, dois Sítios de Interesse Comunitário (SIC),
24 Zonas Especiais de Conservação (ZEC) e 15 Zonas de Proteção
Especial ao abrigo da Diretiva Aves (ZPE).
“Este reconhecimento internacional da
excelência do nosso património natural, acarreta grandes
responsabilidades, como todos sabemos”, disse o secretário da
tutela, sublinhando que “cuidá-lo, valorizá-lo e protegê-lo é
um processo contínuo, que exige reflexão e adaptação constante a
novos desafios, como as alterações climáticas”.
A nota explica, ainda, que para o
Governo Regional dos Açores, os desafios são centrais e
prioritários, destacando-se o trabalho efetuado na Região no âmbito
dos projetos LIFE, três deles em áreas de conservação da
natureza, com um investimento total de 22,7 milhões de euros, e um
para mitigação às Alterações Climáticas, no valor de 19,9
milhões de euros, sendo que, em janeiro de 2022, vai iniciar-se mais
um projeto, nomeadamente o LIFE SNAILS.
Este encontro internacional pretendeu
também comemorar o 50.º aniversário da Rede Mundial de Reservas da
Biosfera, de que fazem parte quatro das nove ilhas dos Açores,
nomeadamente Corvo, Graciosa, Flores e São Jorge.