Há quatro anos, Lincoln tinha o mundo a seus pés: contrato profissional
assinado com o Grémio de Porto Alegre, depois de ter impressionado Luiz
Felipe Scolari, que o chamou de “diamante negro”, num treino com os
reservas; titular na seleção do Brasil no Campeonato Sul-Americano de
Sub-17 e capitão do “escrete” no Mundial do mesmo escalão.
Tido com uma das grandes promessas do futebol canarinho, os anos
seguintes não foram da afirmação esperada do médio esquerdino. Depois de
uma experiência na Turquia no ano passado, Lincoln chegou aos Açores
com 20 anos. Com discurso pensado e maduro, o criativo quer dar o seu
melhor para ajudar o Santa Clara, naquilo que assume, é uma segunda vida
no futebol. Pode ler mais na edição desta sexta-feira, 30 agosto 2019, do jornal Açoriano Oriental