O
ministro Fernando Grande-Marlaska assegurou que não houve qualquer
"movimento secundário" e que "em nenhum momento ficou comprometido o
espaço Schengen".Considerou ainda ter
ficado claro que ninguém pode sair da cidade de Ceuta, um enclave
espanhol no norte de África, e aceder ao continente europeu sem um
rigoroso controlo documental.Por outro
lado, o Governo espanhol não recebeu "qualquer relatório nem aviso" de
que "algo parecido ao que aconteceu" na quinta-feira da semana passada
em Ceuta poderia ocorrer, acrescentou o ministro, que falava numa
conferência de imprensa em Madrid, após uma reunião por videoconferência
de ministros da Administração Interna da União Europeia.Os enclaves espanhóis de Ceuta e Melilla têm as duas únicas fronteiras terrestres da União Europeia com o continente africano.