Medicamentos

Venda de genéricos em Portugal não é suficiente


 

Lusa / AO online   Nacional   13 de Nov de 2009, 14:40

O presidente da Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos (APOGEN), Paulo Lilaia, disse hoje que a actual quota de venda de genéricos em Portugal (17,4 por cento) não é suficiente, defendendo que esse valor deve ser triplicado.
“Não há nenhuma razão para que Portugal não tenha uma utilização de medicamentos genéricos ao nível da União Europeia (UE). Nós temos potencial para também conseguir chegar aos 50 por cento praticados nos países europeus”, afirmou à agência Lusa o presidente da APOGEN, à margem do I Congresso Médico e Farmacêutico sobre genéricos, a decorrer no Estoril, concelho de Cascais.

Para Paulo Lilaia, “todas as parte envolvidas – médicos, farmacêuticos e utentes – devem aderir progressivamente aos medicamentos genéricos”, alegando que “está cientificamente demonstrado que a qualidade dos genéricos é igual à dos medicamentos de referência”.

Açormédia, S.A. | Todos os direitos reservados

Este site utiliza cookies: ao navegar no site está a consentir a sua utilização.
Consulte os termos e condições de utilização e a política de privacidade do site do Açoriano Oriental.