Venda da Opel à Magna de novo adiada à espera de parecer


 

Lusa / AO Online   Economia   16 de Out de 2009, 11:50

A venda de uma participação maioritária da Opel ao consórcio austro-canadiano Magna, inicialmente planeada para esta semana, foi adiada, até se conhecer a posição oficial da Comissão Europeia, noticiou o matutino Die Welt.
Em causa estão as garantias bancárias de 4,5 mil milhões de Euros prometidas pelo governo alemão à Magna e ao seu parceiro russo Sberbank, que pretendem adquirir à General Motors norte-americana 55 por cento das acções da Opel.

A assinatura do contrato de quase mil páginas, num notário de Frankfurt, deverá agora realizar-se na terça ou na quarta-feira, adianta o mesmo jornal.

A GM e a Magna aguardam, entretanto, a tomada de posição da comissária europeia da tutela, a holandesa Neelie Kroes, a quem compete verificar se a transacção viola ou não as regras da livre concorrência.

Se as garantias bancárias prometidas por Berlim à Magna, para esta empresa adquirir a Opel, não estiverem de acordo com o direito comunitário, “o dinheiro não poderá ser entregue ou terá de ser devolvido”, advertiu na quinta-feira, em Bruxelas, um porta-voz de Kroes.

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