Vasco Cordeiro acusou Governo da República de querer aumentar impostos na região

Vasco Cordeiro  acusou Governo da República de querer aumentar impostos na região

 

Lusa/AO Online   Regional   19 de Set de 2012, 07:11

O candidato socialista à presidência do Governo Regional, Vasco Cordeiro, acusou esta noite o Governo da República de querer aumentar os impostos nos Açores, rejeitando essa possibilidade caso vença as eleições marcadas para 14 de outubro.

"Ainda hoje soubemos que existem estudos em Lisboa que avançam com a ideia de por os açorianos a pagar mais impostos, para que o Governo da República possa gastar noutro sítio", denunciou Vasco Cordeiro, num comício na Praia da Vitória, de apresentação da lista de candidatos do PS pela ilha Terceira.

"Nem pensem nisso", frisou Vasco Cordeiro, que pediu aos eleitores que respondam com "uma vitória do PS", salientando que "mais do que nunca, está em causa a defesa dos Açores e da autonomia".

"Quem pensam eles em Lisboa que nós somos? Portugueses de segunda que estão disponíveis para pagar pelos erros, pela incompetência e pela incapacidade do Governo da República?", questionou, acusando o executivo de Pedro Passos Coelho de falhar "em todas as metas e todos os objetivos" e de arrastar os portugueses "nesse falhanço".

Na sua intervenção, Vasco Cordeiro voltou a criticar quem "acha que pode prometer tudo a todos, a todo o tempo", frisando que "os açorianos merecem mais respeito".

No mesmo sentido, Sérgio Ávila, cabeça de lista pela ilha Terceira e atual vice-presidente do Governo Regional, criticou as promessas feitas pela candidata do PSD/Açores à presidência do executivo.

"Ainda iremos ver nesta campanha Berta Cabral a prometer uma ponte nova em todas as freguesias e, nas freguesias que não tiverem ribeiras, a prometer primeiro fazer a ribeira e, logo a seguir, construir a ponte", afirmou.

Sérgio Ávila salientou que, "apesar das dificuldades e das restrições externas à Região", foram cumpridos os compromissos que os socialistas assumiram com os terceirenses.

"Conseguimos, na Terceira, manter a execução dos investimentos planeados e até nos substituímos por vezes à República, como foi o caso do financiamento da construção do 'campus' de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores", frisou, assumindo como grande prioridade nos próximos anos "a aposta na criação de emprego e no apoio às empresas".


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