UGT reafirma que não vai aderir à greve geral convocada pela CGTP

UGT reafirma que não vai aderir à greve geral convocada pela CGTP

 

Lusa/AO online   Economia   24 de Out de 2012, 16:41

O secretário-geral da UGT, João Proença, reiterou hoje que não se irá unir à CGTP na greve geral de 14 de novembro e classificou de "sectária" a posição assumida pela Intersindical ao não ter dialogado com esta estrutura sindical.

“Em Portugal foi marcada uma greve geral com caráter sectário e divisionista. Nunca em Portugal nas três greves gerais realizadas quer em 2010, em 2011, quer a primeira em 1988, nunca se avançou para uma greve geral sem as duas estruturas sindicais”, afirmou João Proença em conferência de imprensa.

Após a reunião do Secretariado Nacional, João Proença reiterou: “Defendemos a unidade na ação na base de objetivos comuns ou ações convergentes, o que exige diálogo prévio”.

Nada disso aconteceu e não há condições para a UGT estar com esta greve geral disse ainda o sindicalista, acrescentando, todavia, que “a UGT apoiará a ação incluindo greves dos seus sindicatos que visem unidade de ação na base de objetivos comuns ou de ações comuns".

A CGTP convocou uma greve geral para 14 de novembro. Até lá, no dia 26 de outubro, dirigentes e ativistas sindicais da UGT vão promover uma concentração em Lisboa, partindo da Rua Castilho e dirigindo-se a São Bento, onde será entregue uma moção dirigida ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho. No documento a UGT irá manifestar a sua indignação perante a proposta do Orçamento do Estado para 2013.


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