Taça da Liga

Triunfo magro dos dragões

Triunfo magro dos dragões

 

Lusa/Aonline   Futebol   5 de Jan de 2010, 20:02

Um golo de Varela valeu ao FC Porto um magro triunfo caseiro sobre o Leixões, por 1-0, em desafio repleto de oportunidades, mas com pouco futebol

Já nos descontos do primeiro tempo, o extremo voltou a evidenciar a sua eficácia e marcou de cabeça, oferecendo os três pontos aos "dragões" que assim repartem o comando com a Académica, que já tinha vencido o Estoril 2-1.

Por um misto de opção e obrigação (lesões e suspensões), os treinadores apresentaram equipas secundárias que proporcionaram um espectáculo de fraca qualidade, mas que teve o interesse de produzir muitas oportunidades, embora desperdiçadas por ambas as equipas.

O antepenúltimo classificado da Liga entrou com melhor atitude em casa do tetracampeão, assumindo as rédeas do jogo e dispondo de soberana oportunidade logo ao segundo minuto, com Hugo Morais, sem marcação, a ver Nuno negar-lhe o golo com defesa vistosa para canto.

Lento e previsível, o FC Porto tardou em pegar no jogo, mas acabou por fazê-lo, embora sem a determinação suficiente para deixar o opositor em sobressalto: as várias tentativas de remate saíam frustradas, raramente acertando no alvo, mesmo em situações privilegiadas para inaugurar o marcador.

Com uma dupla de centrais em estreia a protegê-lo, Diego era um guarda-redes obrigado a maior atenção, mas, no ultimo lance da primeira parte, acabou por ser batido na pequena área pela cabeça de Varela (45+2), após livre de Valeri.

Os pupilos de José Mota começaram novamente melhor e quase empataram em desvio perigoso de Maicon para a própria baliza, seguindo-se um disparo de Pouga (52) rente à trave e uma saída arrojada de Nuno aos pés de Tucker (59).

Os "dragões", pouco espevitados, apenas responderam em livre de Valeri e remate posterior de Álvaro Pereira, com o primeiro a desviar na barreira e o segundo superiormente defendido por Diego.

Nuno, atento e com intervenções decisivas, "ilibou" um corte defeituoso de Nuno André Coelho que surpreendeu Pouga e na resposta foi Guarin a ameaçar sentenciar a partida, numa altura em que o golo "rondava" as duas balizas.


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