Tribunal de Contas deu visto prévio para obra de requalificação do Porto do Topo, em São Jorge


 

Susete Rodrigues/AO Online   Regional   24 de Jul de 2018, 17:12

O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia adiantou esta terça-feira que o contrato da empreitada de requalificação do Porto do Topo, em São Jorge, recebeu o visto prévio por parte do Tribunal de Contas.

Gui Menezes salientou que se trata de “um passo importante para a concretização desta obra há muito desejada pelos Jorgenses”, acrescentando que a secretaria que tutela, através da Direção Regional das Pescas, está a preparar os procedimentos necessários para o arranque dos trabalhos, nomeadamente o contacto com o consórcio a quem foi adjudicada a empreitada, com vista à “elaboração do Desenvolvimento do Plano de Segurança e Saúde (DPSS), bem como os documentos para Comunicação Prévia e as autorizações da Autoridade Marítima Nacional, que tem competência no local”.

 

O secretário regional frisou, em nota, que a obra foi adjudicada há três meses ao consórcio Mota-Engil, Engenharia e Construção, S.A. e ETERMAR - Engenharia e Construção, S.A. e corresponde a um investimento superior a seis milhões de euros, sendo que o prazo de execução previsto é de 24 meses.

 

A empreitada prevê a construção de um molhe-cais com cerca de 60 metros de comprimento, dispondo de uma frente acostável com cerca de 40 metros de comprimento, bem como a construção de uma ponte de acesso ao molhe-cais, de betão armado.

 

Será também efetuada a repavimentação do cais atual e a sua ampliação em cerca de 36,5 metros, estando prevista a construção de uma rampa varadouro, com 20 metros de comprimento e 7,5 metros de largura, e ainda um terrapleno com uma área de cerca de 1.200 m2, pavimentado com laje de betão.

 

Com esta intervenção no Porto do Topo, Gui Menezes referiu que o Governo dos Açores pretende dotar aquela infraestrutura portuária de “condições de segurança e operacionalidade” para os seus utilizadores, conferindo um abrigo interior para estacionamento das embarcações em flutuação, o aumento da zona acostável para operações de carga e descarga de pessoas e bens.


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