Terceira Festa do Livro em Belém terá debates, música, jogos e ginástica

Terceira Festa do Livro em Belém terá debates, música, jogos e ginástica

 

Lusa/AO Online   Nacional   24 de Ago de 2018, 17:25

A Festa do Livro em Belém, que começa no dia 30 em Lisboa, terá uma programação para lá das margens dos livros, com debates, concertos, jogos e ginástica nos jardins do Palácio Nacional de Belém, foi anunciado esta sexta-feira.

A Festa do Livro em Belém é uma ideia do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, para divulgar a literatura em língua portuguesa e promover hábitos de leitura. A iniciativa cumprirá a terceira edição entre 30 de agosto e 02 de setembro, com a presença de 47 editoras repartidas por 78 expositores.

A venda de livros é o foco central do evento, mas a programação estender-se-á ao longo do dia com atividades para vários públicos.

As manhãs estão reservadas à programação para os mais novos, com jogos de mesa, jogos tradicionais, sessões de contos. À tarde, depois de uma demonstração de ginástica acrobática pelo Ginásio Clube de Lisboa, haverá apresentações de livros para crianças.

A tarde terminará com três debates - "O passado é um país estrangeiro" (dia 31), "Histórias extraordinárias" (dia 01) e "A Europa é nossa" (dia 02) -, com a presença de Hélia Correia, Mário Cláudio, Dulce Maria Cardoso, Filipa Melo, Valério Romão, Paulo Rangel, Rui Ramos e Rui Tavares.

À noite, no Pátio dos Bichos, os dois primeiros dias terão cinema, com "Imagens de Portugal", a partir dos arquivos da Cinemateca Portuguesa, e os dois últimos contarão com concertos de Camané e de Miguel Araújo com António Zambujo.

Em 2016, Marcelo Rebelo de Sousa desafiou a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros a coorganizar um evento dedicado ao livro e à leitura, convidando os portugueses a desfrutarem também dos espaços do Palácio de Belém.

Na primeira edição, em 2016, a Festa do Livro contou com cerca de 25 mil visitantes e no passado teve cerca de 15 mil pessoas.

Em maio passado, na abertura da Feira do Livro de Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa disse que, enquanto Presidente da República, tinha "responsabilidades acrescidas" na promoção da leitura, no apoio aos editores e livreiros e que iria ouvir mais agentes do setor para "avançar, se possível, mais um modestíssimo contributo no sentido de dar a este setor a atenção devida".



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