Taxa de desemprego chega aos 10,8% em abril

Taxa de desemprego chega aos 10,8% em abril

 

Lusa/AO Online   Economia   1 de Jun de 2010, 10:43

A taxa de desemprego em Portugal, medida pelo Eurostat, atingiu um novo máximo em abril, alcançando os 10,8 por cento da população ativa, de acordo com os dados hoje divulgados pelo gabinete europeu de estatísticas.

Segundo o gabinete de estatísticas da União Europeia, a taxa de desemprego passou dos 10,4 por cento em janeiro e fevereiro, para os 10,6 por cento em março e 10,8 por cento em abril.

O valor de abril compara com os 9,2 por cento registados um ano antes.

No mês em análise, Portugal passou a ocupar a quarta posição dos países da União Europeia (UE) com a taxa de desemprego mais elevada, segundo os cálculos do Eurostat.

No primeiro lugar da lista estão a Letónia (com 22,5 por cento), Espanha (com 19,7 por cento) e Eslováquia (com 14,1 por cento).

As mais baixas taxas de desemprego, por sua vez, situam-se na Holanda (4,1 por cento) e Áustria (4,9 por cento).

De acordo com o Eurostat, na zona euro, a taxa de desemprego ajustada sazonalmente chegou aos 10,1 por cento (10 por cento em fevereiro e março), enquanto no conjunto da União Europeia o valor apurado para o mês de abril foi de 9,7 por cento, o mesmo encontrado em março.

O Eurostat estimou, para o conjunto dos 27, a existência de 23,32 milhões de desempregados, dos quais 15,86 concentrados na zona euro.

No espaço de um ano, a taxa de desemprego nos homens passou de 9 para 10 por cento na zona euro e de 8,7 para 9,8 por cento na UE.

Nas mulheres, a taxa de desemprego subiu também em termos homólogos de 8,7 para 9,5 por cento na zona euro e de 8,7 para 9,5 por cento nos 27.

A taxa de desemprego nos jovens (com menos de 25 anos) chegou, por sua vez aos 20 por cento na zona euro (19,3 por cento em abril de 2009) e 20,6 por cento na UE (19,12 por cento em termos homólogos).

Em Portugal, a taxa de desemprego nos jovens alcançou os 22,2 por cento (19,4 por cento em abril de 2009), nos homens chegou aos 9,9 por cento (8,6 por cento comparando com o mês homólogo) e nas mulheres situou-se nos 11,9 por cento (9,9 por cento em abril do ano passado).


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