Sobe para nove número de mortes nos Estados Unidos devido à tempestade Florence

Sobe para nove número de mortes nos Estados Unidos devido à tempestade Florence

 

Lusa/Ao online   Internacional   16 de Set de 2018, 08:18

Três pessoas morreram na Carolina do Norte e uma na Carolina do Sul, elevando para nove o número de vítimas mortais à passagem da tempestade tropical Florence, nos Estados Unidos da América, informaram hoje as autoridades.

A primeira morte registada na Carolina do Sul foi a de uma mulher de 61 anos cujo carro embateu numa árvore derrubada pelo vento, segundo o porta-voz do departamento de coordenação de emergências daquele Estado, Antonio Diggs.

Outras três pessoas morreram no condado de Duplin, Carolina do Norte, devido a inundações e lençóis de água nas estradas, o que levou as autoridades a decretarem o recolher obrigatório entre as 19:00 horas locais (23:00 horas GMT) e as 07:00 horas (11:00 GMT).

Com a confirmação da existência de quatro novas vítimas, sobe para nove o número de mortes desde sexta-feira.

O furacão Florence, que atingiu a costa sudeste dos Estados Unidos, perdeu hoje intensidade para tempestade tropical.

De acordo com o Centro Nacional de Furacões, a tempestade progride lentamente para o estado da Carolina do Sul, deixando um rasto de chuvas fortes, inundações, ameaça de tornados e um apagão de eletricidade que já afetou cerca de um milhão de habitações.

Segundo a Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou o estado de calamidade na Carolina do Norte, onde, segundo o novo balanço, morreram oito pessoas.

Forças armadas, guarda costeira, equipas de emergência e voluntários recorreram a helicópteros, barcos e veículos pesados para resgatar centenas de pessoas isoladas pelas inundações.

As chuvas torrenciais fizeram já transbordar rios e lagos, com as autoridades a reforçarem os apelos para que as populações abandonem as áreas em risco de inundação.

“O nível das águas está a subir e se não tomarem cuidados estarão a colocar em risco as vossas vidas”, alertou o governador da Carolina do Norte, Roy Cooper.



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