Coimbra

PSP rejeita responsabilidade na "invasão" de rato em infantário

PSP rejeita responsabilidade na "invasão" de rato em infantário

 

Lusa/AO Online   Nacional   9 de Out de 2009, 19:48

A PSP rejeitou hoje as acusações de que os ratos vistos num infantário de Coimbra sejam provenientes do parque de viaturas apreendidas da PSP, contíguo ao mesmo, e sublinhou que já fez desinfestações ao local.

"A PSP rejeita todas as críticas feitas à instituição que invocam o facto daquele loca ser como propício à propagação de ratos, pois sempre adoptou as medidas

adequadas e necessárias para prevenir hipotéticas pragas", refere a Direcção Nacional da polícia, acrescentando que, "não obstante todas as situações ocorridas, as mesmas não constituem prova que indiquem aquele parque como sendo a origem dos ratos".

O provedor do Ambiente de Coimbra, Massano Cardoso, manifestou-se hoje chocado e considerou inqualificável a "invasão" de ratos numa creche/infantário da cidade, com origem no depósito de viaturas da PSP, pela segunda vez num ano.

Quarta-feira passada foi visto um rato no berçário do Centro de Bem Estar Infantil do Movimento Casais de Santa Maria, situado no rés-do-chão, paredes meias com o parque de viaturas à guarda da PSP.

Em Novembro do ano passado, a detecção de excrementos de rato obrigou ao encerramento das instalações durante cinco dias.

Em comunicado, a PSP alega que no encerramento em 2008 "ninguém chegou a ver os ratos" e que no final do ano passado cortou as silvas e as ervas que estavam a crescer no parque, afastou as viaturas cerca de três metros da vedação e criou "uma zona de segurança".

A PSP garante ainda que, juntamente com essas medidas, contratou uma empresa privada para a desinfestação do local, ao mesmo tempo que foram "tomadas preventivas no infantário para evitar a eventual intrusão de animais".

"No inicio de Outubro deste ano, o jardim infantil voltou a ser encerrado,

aparentemente pelo mesmo motivo, tendo novamente a PSP procedido à desratização

com uma empresa credenciada para o efeito", diz ainda a Direcção Nacional, garantindo que "continuará continuará a adoptar todas as medidas de salubridade e desinfestação adequadas face às suspeições latentes".


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