PS chumba comissão para acompanhamento das políticas de coesão

PS chumba comissão para acompanhamento das políticas de coesão

 

Lusa/AO Online   Regional   6 de Dez de 2011, 06:38

A maioria socialista rejeitou hoje na Comissão de Economia da Assembleia Legislativa dos Açores uma proposta apresentada pelo PSD para a criação de uma comissão eventual para acompanhar as políticas de coesão no arquipélago.

O presidente da comissão, José do Rego, disse à Agência Lusa, no final da reunião, que os deputados socialistas entenderam que “não era necessário mais uma comissão para efetuar o trabalho de acompanhamento das políticas de coesão”, acrescentando que a matéria vai continuar a ser acompanhada pela Comissão de Economia.

O PSD pretendia que fosse criada uma comissão eventual de acompanhamento, considerando que as políticas de coesão do governo regional socialista registaram um “falhanço histórico”, uma vez que em cinco das nove ilhas do arquipélago “o risco de desertificação é evidente”.

Para os social-democratas, o Plano Estratégico para a Coesão dos Açores (PECA) recentemente lançado pelo Executivo socialista “é o reconhecimento, de papel passado, do histórico falhanço” das políticas de coesão na região.

Na votação da proposta, o CDS/PP e o BE abstiveram-se, reservando a sua posição para a discussão em plenário.

Na reunião de hoje da Comissão de Economia, a maioria socialista também rejeitou uma proposta do PPM que recomendava ao Governo Regional a ampliação, modernização e diversificação das valências do Porto da Casa, na ilha do Corvo.

Os socialistas alegaram que o Executivo anunciou na última visita estatutária à ilha do Corvo a realização de um estudo para avaliar que tipo de valências será possível realizar naquela infraestrutura portuária.

A Comissão de Economia rejeitou ainda o aumento do complemento regional ao salário mínimo nacional, na sequência de uma petição apresentada nesse sentido, subscrita por 1.130 pessoas.

A posição da comissão foi aprovada pelo PS, PSD e CDS/PP, mas recebeu o voto contra do BE, que é favorável a um aumento daquela prestação social.


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