Proteção Civil dos Açores recomenda medidas de autoproteção devido agitação marítima

Proteção Civil dos Açores recomenda medidas de autoproteção devido agitação marítima

 

Lusa/AO online   Regional   9 de Jan de 2018, 11:46

A Proteção Civil dos Açores emitiu hoje um alerta a recomendar medidas de autoproteção tendo em conta as previsões de agitação marítima também para a costa das ilhas do grupo central.

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), as ilhas do grupo ocidental (Flores e Corvo) estão sob aviso amarelo devido à agitação marítima até as 00:00 locais (mais uma hora em Lisboa) de quarta-feira, previsões que se estendem também ao grupo central (Terceira, Faial, Graciosa, Pico e São Jorge) a partir das 18:00 locais de hoje (mais uma hora em Lisboa) e até às 09:00 locais (mais uma hora em Lisboa) de quarta-feira.

O aviso amarelo, o segundo menos grave de uma escala de quatro, revela situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

Em comunicado, o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores recomenda o reforço das amarrações das embarcações ou a mudança para local seguro, bem como especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas.

A proteção civil açoriana pede ainda à população que se afaste de áreas baixas junto à costa e desaconselha a prática de pesca desportiva, desportos náuticos ou passeios à beira mar.

A Marinha alertou também hoje para um novo agravamento do estado do mar entre hoje e quinta-feira, sobretudo nos Açores e na costa oeste de Portugal continental.

Numa nota disponível do seu ‘site’ na internet, a Marinha explica que a previsão é de “ondas que podem chegar aos seis metros de altura em alto-mar nos Açores e aos sete metros ao largo no continente, o que originará forte rebentação junto à costa oeste de Portugal continental”.

Nos Açores junto ao grupo ocidental e nas ilhas do Triângulo, a ondulação, de noroeste, poderá ultrapassar os quatro metros de altura e ter valores próximos dos seis metros, sublinha.

A Marinha adianta ainda que as condições “poderão ser muito adversas devido ao efeito local de vento forte que, mudando sucessivamente de direção, juntará a vagas de grande dimensão”.




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