Saúde

Proibição de fumar reduz o risco cardíaco do tabagismo passivo

Proibição de fumar reduz o risco cardíaco do tabagismo passivo

 

Lusa / AO online   Economia   16 de Out de 2009, 12:00

A proibição de fumar nos espaços públicos é eficaz para reduzir o risco de ataque cardíaco e de doença cardiovascular ligada ao tabagismo passivo, confirma um relatório do Instituto americano de Medicina publicado quinta-feira.
Este estudo mostra que os não fumadores expostos passivamente ao fumo de cigarro, mesmo durante períodos relativamente curtos, estão mais sujeitos a ataques cardíacos.

“Não existe qualquer dúvida que a proibição de fumar funciona”, destacou Lynn Goldman, professora de Ciências ambientais da saúde na faculdade de medicina Johns Hopkins em Baltimore, Maryland, que presidiu à comissão de peritos que redigiu este relatório.

“As proibições de fumar reduzem os riscos de crise cardíaca em não fumadores assim como nos fumadores”, sublinhou a especialista.

“Outras investigações podem explicar mais pormenorizadamente a amplitude da diferença entre os dois grupos e também como o tabagismo passivo produz os seus efeitos tóxicos”, prosseguiu a professora.

Cerca de 43% das crianças, com idades até aos 18 anos, não fumadoras e 37% dos adultos que não fumam estão expostos ao tabagismo passivo nos Estados Unidos, segundo estatísticas federais.

Apesar das claras reduções da proporção de norte-americanos vítimas de tabagismo passivo durante vários anos, cerca de 126 milhões de não fumadores ainda continuavam expostos a esse problema em 2000, segundo este relatório.

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