Crise financeira

Presidente da CGD defende que PEC deve ser ajustado


 

Lusa / AO online   Economia   19 de Mai de 2010, 17:35

As medidas de austeridade estipuladas pelo governo na sequência da crise da dívida soberana, levando à actualização do PEC, foram fundamentais para reverter a falta de confiança dos mercados sobre a economia portuguesa, defendeu Faria de Oliveira.
"O PEC deve ser ajustado em função dos requisitos do mercado", considerou o presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Fernando Faria de Oliveira, na sua intervenção numa conferência dedicada ao sector bancário que decorreu esta manhã em Lisboa.

"Havia que responder com máxima urgência para reverter a falta de confiança", explicou o banqueiro, antecipando que "a crise vai exigir novos modelos de negócio" para o sector.

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