Paulo Teves destaca papel da Casa dos Açores do Ontário na defesa dos interesses da comunidade açoriana

Paulo Teves destaca papel da Casa dos Açores do Ontário na defesa dos interesses da comunidade açoriana

 

Paula Gouveia   Regional   10 de Nov de 2013, 10:54

O Diretor Regional das Comunidades destacou o papel preponderante da Casa dos Açores do Ontário na defesa dos interesses da comunidade açoriana residente naquela província do Canadá, enaltecendo o trabalho que tem vindo a desenvolver ao longo dos anos.

Paulo Teves, que falava sábado nas comemorações do 28.º aniversário da Casa dos Açores do Ontário, na cidade de Toronto, reforçou a importância das Casas dos Açores espalhadas pela diáspora, que considerou serem “verdadeiras embaixadas culturais dos Açores nos respetivos países de acolhimento”.

 

Para o representante do Governo dos Açores, estas instituições funcionam como “lugares de referência e bastiões dos valores patrimoniais e culturais açorianos”, além de serem também espaços de vivência e divulgação do arquipélago.

“As Casas dos Açores são, por isso, salas de visita da Região além-fronteiras. São os espaços onde os açorianos se encontram, confraternizam, vivenciam manifestações da sua cultura, estudam, criam projetos e divulgam as potencialidades das comunidades que integram, bem como da terra de onde são oriundos”, afirmou o Diretor Regional.

Paulo Teves elogiou ainda o esforço levado a cabo pela Casa dos Açores do Ontário na “aproximação dos jovens açordescendentes aos valores culturais” dos seus antepassados.

“Esta é, sem dúvida, uma das mais importantes funções desta instituição, pois os jovens são o garante da continuidade dos valores que preconizamos diariamente”, referiu.

Para o Diretor Regional das Comunidades, as organizações açorianas existentes na diáspora têm-se assumido “como veículos essenciais para a transmissão de valores e para a solidificação das diversas sociedades onde estão inseridas”.

Paulo Teves considerou, no entanto, que esta missão “não deverá, nos tempos vigentes, circunscrever o potencial de ação das associações”, defendendo a necessidade de se adaptar “aos novos paradigmas evolutivos” para terem uma maior abrangência e lutarem eficazmente pela integração dos açorianos e seus descendentes nas sociedades em que residem, prestigiando os Açores.

Na sua intervenção, o Diretor Regional das Comunidades lembrou o potencial da posição geoestratégica dos Açores, frisando que essa posição “contribui para a afirmação" dos Açores no mundo e para o reforço da Autonomia em vários setores, pelo que deve ser “impulsionada em diferentes áreas que relevem as relações económicas, comerciais, empresariais e turísticas”.

Paulo Teves lançou ainda um apelo à participação, empenho, perseverança e envolvimento da comunidade emigrante no “processo de desenvolvimento e progresso das ilhas”.


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