“Na gestão partilhada do mar os Açores devem ter, no mínimo, a opção de veto”

“Na gestão partilhada do mar os Açores devem ter, no mínimo, a opção de veto”

 

Rui Jorge Cabral   Regional   8 de Ago de 2019, 08:56

Paulo Moniz, engenheiro eletrotécnico, de 50 anos, é um estreante na política, para onde quer levar a sua experiência do mundo empresarial. Lutar por garantir maior poder da Região na gestão do mar é o grande objetivo do cabeça-de-lista do PSD/Açores nas legislativas nacionais

Porque aceitou o desafio de ser o cabeça-de-lista do PSD pelos Açores nas eleições para a Assembleia da República do próximo dia 6 de outubro?


Aceitei porque entendo haver um conjunto de fatores que se alinharam: a minha experiência profissional, que julgo ser a altura certa para colocar ao serviço dos açorianos; a vontade do partido ao ter-me endereçado o convite e, fundamentalmente, a situação de encruzilhada social, económica e financeira dos Açores de hoje. Estes foram motivos mais do que suficientes para que eu não pudesse, em consciência e em vontade própria, recusar ajudar o meu povo na condição de deputado à Assembleia da República.


Pode ler a entrevista na íntegra na edição desta quinta-feira, 8 agosto 2019, do jornal Açoriano Oriental




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