Municípios excluídos da nova administração da Estradas de Portugal


 

Lusa / AO online   Economia   23 de Nov de 2007, 16:06

A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) deixou de estar representada na administração da Estradas de Portugal (EP), onde detinha um lugar não executivo.
O novo modelo reduz de sete para cinco os administradores da empresa, transformada em Sociedade Anónima (SA).

A nova equipa de gestão, hoje empossada, é liderada por Almerindo Marques, que tem como vice-presidente Eduardo Gomes e como vogais Gonçalo Reis, José Diogo Madeira e Rui Dinis.

Os municípios estavam representados pelo secretário-geral da ANMP, Artur Trindade, na anterior administração, embora sem pelouro e com uma remuneração simbólica de cerca de mil euros.

A rede rodoviária nacional é composta por 16.000 quilómetros e a municipal integra 90.000 quilómetros de estradas.

Para o mandato 2007-2009, o Estado, enquanto accionista da EP, definiu como orientações estratégicas no que diz respeito à construção de novas vias, a contratualização da rede viária fundamental de ligação às capitais de distrito e 90 por cento da rede de auto-estradas e a dinamização da conclusão da rede de itinerários complementares.

O novo conselho de administração tem ainda como missão promover a extensão da rede viária prevista no Plano Rodoviário Nacional, dentro do calendário definido pelo Governo, e atingir os objectivos de redução dos níveis de sinistralidade e de sustentabilidade ambiental, fixados no contrato de concessão.

A missão global da EP é a prestação, em moldes empresariais, de um serviço público cujo objecto consiste, por um lado, no financiamento, conservação, exploração, requalificação e alargamento das vias que integram a Rede Rodoviária Nacional e, por outro, na concepção, projecto, construção, financiamento, conservação, exploração, requalificação e alargamento das vias que integram a Rede Rodoviária Nacional Futura, segundo o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações.

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