Massificação da profissão preocupa Marinho Pinto

O bastonário António Marinho Pinto mostrou-se, hoje, preocupado com a massificação da profissão do advogado que se tem verificado nos Açores assim como em Portugal Continental.


Segundo o bastonário da Ordem dos Advogados está a ser notória uma massificação da profissão assim como uma diminuição da qualidade técnico e deontológica da mesma.

“Isso preocupa-me pois temos de ter no mercado e na sociedade  um número de advogados adequado às necessidades sociais para que esse mesmo número possa ter uma qualidade mínima de vida e de prestação dos serviços de que necessita”, referiu António Marinho Pinto.

“A justiça não é um bem cuja procura seja elástica portanto é preciso ter cautela com a aplicação das leias do mercado a profissões que tem um elevado interesse público, ou seja, que são essenciais à realização de valores superiores do estado de direito, como é o caso da administração da justiça”, realçou António Marinho Pinto.

O bastonário falou aos jornalistas no âmbito da conferência em que foi orador, denominada por “Passado, Presente e Futuro da Advocacia Portuguesa”.Massificação da profissão preocupa Marinho Pinto

O bastonário António Marinho Pinto mostrou-se, hoje, preocupado com a massificação da profissão do advogado que se tem verificado nos Açores assim como em Portugal Continental.

Segundo o bastonário da Ordem dos Advogados está a ser notória uma massificação da profissão assim como uma diminuição da qualidade técnico e deontológica da mesma.

“Isso preocupa-me pois temos de ter no mercado e na sociedade  um número de advogados adequado às necessidades sociais para que esse mesmo número possa ter uma qualidade mínima de vida e de prestação dos serviços de que necessita”, referiu António Marinho Pinto.

“A justiça não é um bem cuja procura seja elástica portanto é preciso ter cautela com a aplicação das leias do mercado a profissões que tem um elevado interesse público, ou seja, que são essenciais à realização de valores superiores do estado de direito, como é o caso da administração da justiça”, realçou António Marinho Pinto.

O bastonário falou aos jornalistas no âmbito da conferência em que foi orador, denominada por “Passado, Presente e Futuro da Advocacia Portuguesa”.

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