Jaime Marta Soares considera que ficou “enterrada uma página má" do Sporting

Jaime Marta Soares considera que ficou “enterrada uma página má" do Sporting

 

AO Online/ Lusa   Nacional   9 de Set de 2018, 22:39

O presidente cessante da Mesa da Assembleia Geral (MAG) do Sporting Jaime Marta Soares afirmou este domingo deixar o cargo de consciência tranquila, após o que considerou um período negro na história do clube.

No seu último ato como líder da MAG, na cerimónia de posse dos novos órgãos sociais, Jaime Marta Soares expressou o seu desejo de que tenha ficado enterrado definitivamente um período negro da história do Sporting que levou ao ato eleitoral do passado sábado.

“É uma mudança de ciclo de um período conturbado mas que terminou, eu diria, em grande apoteose. Ninguém mais ouse querer apropriar-se do Sporting, ninguém mais ouse fazer com que não se viva em democracia plena e total. Ficou enterrada uma pagina má da história do Sporting”, afirmou, após a cerimónia de tomada de posse de Frederico Varandas como novo presidente do Sporting.

Sobre o trabalho que levou a cabo nos últimos meses, Jaime Marta Soares mostrou-se estar “aliviado e de consciência tranquila”, aguardando vir a ser julgado pela história do Sporting.

Também Sousa Cintra, que viu terminar o seu trabalho como presidente interino da SAD do Sporting, não se coibiu de deixar algumas palavras sobre o futuro da direção empossada.

“Esta direção vai corresponder aos desejos dos sportinguistas. Vai ser um sucesso. Hoje o Sporting foi entregue a uma nova gente, gente de qualidade e com capacidade para fazer melhor do que tem vindo a ser feito”, afirmou o agora ex-dirigente leonino.

Frederico Varandas foi eleito com 42,32% dos votos (8.717 votantes), contra os 36,84% (9.735) alcançados por João Benedito, segundo candidato mais votado.

José Maria Ricciardi teve 14,55% dos votos, superando as listas encabeçadas por José Dias Ferreira (2,35%), Fernando Tavares Pereira (0,9%) e Rui Jorge Rego (0,51%). Foram ainda registados 2,2% de votos em branco e 0,31% nulos.

Este foi o ato eleitoral do clube com maior afluência de sempre, com 22.510 sócios votantes, 19.159 de forma presencial e 3.351 por correspondência, de um total de 51.009 com direito a voto.



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