Grupo Estado Islâmico reivindica ataque no Afeganistão que fez 63 mortos


 

AO Online/ Lusa   Internacional   18 de Ago de 2019, 11:15

O grupo extremista Estado Islâmico reivindicou este domingo o atentado suicida perpetrado no sábado num salão de casamentos em Cabul, Afeganistão, que fez 63 mortos e 182 feridos, depois de os talibãs terem negado estar envolvidos no ataque.

Num comunicado difundido na aplicação de mensagens Telegram, cuja autenticidade não pôde ser verificada, o grupo ‘jihadista’ afirma que um atacante suicida, identificado como Abu Asem Pakistani, se imolou pelo fogo e, depois, um carro-bomba explodiu.

“Quando as forças de segurança chegaram ao local, os combatentes fizeram explodir um carro-bomba estacionado, o que causou 400 mortos e feridos entre os renegados e os membros apóstatas das tropas afegãs”, afirmou o grupo, afirmando que as vítimas eram xiitas.

Segundo o Ministério do Interior afegão, o ataque foi perpetrado por um bombista-suicida que se fez explodir no meio das centenas de convidados de um casamento no sábado, às 22:40 (19:10 em Lisboa), num salão de festas da zona oeste de Cabul.

Os dados oficiais são de que 63 pessoas morreram e 182 ficaram feridas.


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