Fundação do Gil completa 10 anos


 

Lusa/Ao on line   Nacional   3 de Dez de 2009, 05:21

A Fundação Gil comemora hoje 10 anos de existência com a assinatura de um protocolo com a Parque Expo para a cedência de um terreno onde vai nascer a segunda Casa do Gil.

A nova Casa do Gil, que vai nascer no Parque das Nações, na zona de Loures, será vocacionada para cuidados continuados de saúde pediátricos.

Margarida Pinto Correia, administradora executiva da Fundação do Gil, disse à agência Lusa que uma estrutura de cuidados continuados de saúde pediátricos "é muito necessária", uma vez que na rede nacional não existem cuidados para crianças a esse nível, pretendendo a instituição "colmatar essa lacuna".

A futura casa deverá ter uma capacidade para cerca de 60 crianças e destina-se aos "meninos e meninas" com doenças crónicas ou que necessitam de cuidados paliativos e que, muitas vezes, estão "erradamente nos hospitais", mas não têm capacidade para continuar os tratamentos em casa, sublinhou.

O projecto, que pelas contas de Margarida Pinto Correia deverá custar mais de um milhão de euros, vai ser suportado pela Fundação do Gil, que espera conseguir viabilizar o financiamento no próximo ano.

A responsável da instituição espera lançar a primeira pedra da Casa do Gil no final de 2010 e abrir portas em 2011. No entanto, a casa só será aberta quando tiver assegurada a manutenção.

Com o nome da mascote da Expo'98, a Fundação do Gil tem como principais objectivos "contribuir para o bem-estar, valorização pessoal e plena integração social de crianças e jovens que, por razões de natureza diversa, se encontrem internados, por períodos prolongados, em unidades hospitalares ou prisionais".

A Casa do Gil, Unidade Móvel de Apoio Domiciliário, Hora do Conto e as sessões de música nos hospitais são os principais projectos da Fundação do Gil, que hoje completa 10 anos de existência.

Com uma capacidade para 16 jovens, mais de 60 crianças já passaram pela Casa do Gil nos últimos três anos, onde receberem um acompanhamento pós-hospitalar, segundo Margarida Pinto Correia.

 


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