Farmácias alertam para importância do diagnóstico precoce no combate ao cancro

Farmácias alertam para importância do diagnóstico precoce no combate ao cancro

 

Lusa/AO online   Nacional   29 de Mar de 2018, 09:45

A Cooperativa dos Proprietários de Farmácias (Cooprofar) anunciou esta quinta-feira o lançamento de uma campanha de sensibilização em 1.200 farmácias para contribuir para o combate à doença oncológica, que “anualmente causa a morte de um em cada quatro portugueses”.

Com o lema “Tempo é Vida – Diagnosticar cedo o cancro pode fazer a diferença!”, esta ação de sensibilização e informação tem como objetivo “alertar a população portuguesa para a importância de um diagnóstico precoce, enquanto fator diferenciador no sucesso das terapias e no combate ao cancro, demonstrando como a farmácia também pode ajudar nesta área”, refere a Cooprofar, em comunicado.

Neste sentido, “a relação de proximidade e confiança que a farmácia estabelece com cada um dos seus utentes transforma o farmacêutico num profissional de saúde de fácil acesso para, desde logo, ajudar a identificar as pessoas de potenciais sintomas de doenças oncológicas”, salienta.

“Esta capacidade para funcionar como o primeiro contacto na cadeia de saúde, possibilita uma antecipação decisiva do diagnóstico e, consequentemente, do encaminhamento e acompanhamento médico especializado necessário”, acrescenta a Cooprofar.

No âmbito desta campanha serão também realizadas ações de formação e informação para as equipas das farmácias, assim como palestras, uma das quais abordará “O papel da Farmácia e as novas terapêuticas na doença oncológica” e será proferida pelo oncologista e presidente da Ordem dos Médicos/Norte, António Araújo.

A colaborar nesta campanha, a Pulmonale - Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro do Pulmão, salienta que “o cancro do pulmão é normalmente diagnosticado em fase avançada, pelo que a deteção precoce e a informação sobre os principais sintomas podem fazer toda a diferença”.

A responsável desta associação, Isabel Magalhães, salienta que “evolução do conhecimento nos últimos anos veio possibilitar um tratamento mais focalizado e personalizado, abrindo assim novas perspetivas ao doente”.



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