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Euro valoriza face ao dólar quase nos 1,51 dólares

 Euro valoriza face ao dólar quase nos 1,51 dólares

 

Lusa / AO online   Economia   25 de Nov de 2009, 16:10

O euro seguia esta quarta-feira a valorizar face ao dólar, quase a atingir os 1,51 dólares, depois da Reserva Federal (Fed) norte-americana ter afirmando que vai manter as taxas de juro em níveis historicamente baixos.
Às 17:24 de Lisboa, o euro valia 1,5087 dólares, acima dos 1,4956 dólares a que negociava na terça-feira sensivelmente à mesma hora.

Durante o dia, a cotação do euro variou entre um mínimo de 1,4948 dólares e um máximo de 1,5096 dólares.

Os investidores estão a abandonar a divisa norte-americana devido à intenção manifestada pela Fed de manter as taxas de juro em níveis “excepcionalmente baixos” por um “período alargado” e perante a fraca preocupação manifestada com a desvalorização da moeda.

As afirmações da Fed levaram hoje o dólar a cair para o seu nível mais baixo em 15 meses face ao euro.

Os investidores não esperam uma subida das taxas de juro nos tempos mais próximos, mas estão convencidos de que será o Banco Central Europeu a tomar primeiro a decisão.

Quanto a indicadores, os pedidos semanais de subsídios de desemprego nos EUA caíram para 466.000 em termos anualizados, na semana passada, um mínimo desde Setembro de 2008.

As despesas de consumo dos norte-americanos aumentaram 0,7 por cento em Outubro, após uma quebra de 0,6 por cento em Setembro, de acordo com os dados hoje divulgados pelo Departamento do Comércio, e as encomendas de bens duradouros caíram em Outubro, recuando 0,6 por cento, após um ganho de 2 por cento em Setembro.

As vendas de casas novas nos Estados Unidos subiram a um ritmo anual de 6,2 por cento, para 430 mil unidades, o nível mais elevado desde Setembro de 2008.

A confiança dos consumidores alemães caiu em Dezembro pelo segundo mês consecutivo, com as famílias a manifestarem mais preocupações com a evolução futura do mercado do trabalho, de acordo com o índice da GfK, hoje divulgado.

O índice elaborado mensalmente por esta empresa de análise do mercado caiu para 3,7 pontos, contra os 4 pontos em Novembro, mês em que recuou pela primeira vez desde o início do ano.

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