Açoriano Oriental
Condenado a sete anos e meio de prisão por violência doméstica e rapto

O Tribunal de Angra do Heroísmo condenou um homem numa pena de sete anos e seis meses de prisão pela autoria dos crimes de violência doméstica, ofensa à integridade física simples e um crime de rapto, sendo que este último crime foi em coautoria com um outro arguido que foi condenado na pena de seis anos e seis meses de prisão.

Condenado a sete anos e meio de prisão por violência doméstica e rapto

Autor: Luís Pedro Silva

O tribunal deu como provado que “os arguidos, mediante plano previamente traçado, atentaram contra a liberdade de locomoção e de autodeterminação da vítima, coagindo-a, por meio de violência e ameaça, a que fossem retiradas as queixas-crime apresentadas no DIAP de Velas contra um deles e, após a imobilizarem com uma joelhada, deitaram líquido por cima do seu corpo, ataram-lhe uma corda ao pescoço e aos pés e uma outra às mãos, prenderam-na no porta-bagagens do veículo onde se faziam deslocar e transportaram-na, contra a sua vontade, para local escuro e isolado, aí lhe desferindo socos, pontapés, apertando-lhe o pescoço até a privarem de ar, despindo-a contra a sua vontade, desferindo-lhe vergastadas com uma das cordas nas costas e nos braços, derramando uma vez mais líquido por cima do seu corpo, deixando-a, a final, ensanguentada, com dores, à sua sorte e sem qualquer meio de comunicação que permitisse pedir socorro”, descreve o comunicado divulgado pelo Ministério Público.

O crime aconteceu, em agosto de 2019, depois da irmã da vítima que foi raptada ter terminada o namoro com um dos arguidos.
A investigação foi dirigida pelo MP de Velas do DIAP dos Açores, coadjuvado pela Polícia Judiciária.

 
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