Comissão de Defesa Nacional regista ação do Ministério Público


 

Lusa/AO online   Nacional   25 de Set de 2018, 18:09

O presidente da comissão parlamentar de Defesa Nacional, Marco António Costa, disse registar as detenções hoje ocorridas no âmbito de uma investigação ao aparecimento de armas furtadas em Tancos, escusando-se a fazer qualquer comentário.

“Ocorreu uma ação que não nos merece nenhum comentário. Foi uma ação do DCIAP [Departamento Central de Investigação e Ação Penal] relativamente ao processo de Tancos, é só registar”, disse Marco António Costa.

Na reunião da comissão parlamentar de Defesa, o deputado acrescentou apenas que a comissão foi informada e “a informação é aquela que é pública”.

O diretor-geral da Polícia Judiciária Militar, coronel Luís Vieira, foi detido hoje para interrogatório pela Polícia Judiciária, estando entre os oito visados por mandados de detenção emitidos na Operação Húbris, relacionada com o caso das armas furtadas em Tancos.

Um comunicado da Procuradoria-Geral da República adiantou que o inquérito que deu origem às detenções - oito, quatro de elementos da PJM, três da GNR e um civil - “investigam-se as circunstâncias em que ocorreu o aparecimento, em 18 de outubro de 2017, na região da Chamusca, de material de guerra furtado em Tancos”.

O furto de armas e munições, entre outro material de guerra, dos paióis de Tancos, já desativados, foi divulgado pelo Exército em 29 de junho de 2017.



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