Cardeal-patriarca expressa “muita alegria” com escolha de Lisboa para Jornadas da Juventude

Cardeal-patriarca expressa “muita alegria” com escolha de Lisboa para Jornadas da Juventude

 

Lusa/Ao online   Nacional   27 de Jan de 2019, 20:22

O cardeal-patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, expressou este domingo “muita alegria” com o anúncio de que a capital portuguesa vai acolher as próximas Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), destacando a importância para a lusofonia da escolha.

“É com muita alegria que, como patriarca de Lisboa e um dos bispos de Portugal - porque isto é para nós todos - recebermos esta notícia de que será em Lisboa a Jornada Mundial da Juventude de 2022”, afirmou à agência Lusa Manuel Clemente.

o Vaticano anunciou hoje, na missa de encerramento das JMJ, na Cidade do Panamá, que é Lisboa a próxima cidade a acolher aquele que é considerado o maior evento organizado pela Igreja Católica.

“Também na esteira do último sínodo dos bispos que quis que déssemos protagonismo maior aos jovens na vida da Igreja, esta será uma ótima concretização”, continuou.

Segundo o cardeal-patriarca, “esta jornada em Lisboa deve-se, sobretudo, ao movimento grande dos jovens católicos de Portugal, que, de várias maneiras, de há uns anos a esta parte, têm pedido que haja um acontecimento assim em Portugal”.

“Será em Portugal, será, concretamente, em Lisboa, será para toda a lusofonia, com uma especial insistência para que venham os nossos irmãos lusófonos de África e de outras partes do mundo, também com certeza os nossos caríssimos irmãos brasileiros que estão sempre tão presentes com tanta força para que também em português se diga Jornada Mundial da Juventude”, acrescentou Manuel Clemente.

As JMJ são um encontro de jovens de todo o mundo com o papa, num ambiente festivo, religioso e cultural, que mostra o dinamismo da Igreja Católica.

O maior evento da Igreja Católica foi criado pelo papa João Paulo II (1920-2005).

O primeiro país lusófono a receber as JMJ foi o Brasil, em 2013, na cidade do Rio de Janeiro, naquela que foi a primeira deslocação ao estrangeiro de Francisco, que tinha sido eleito papa nesse ano.


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