No comunicado, dizem que querem ter contratos de trabalho e não aceitam que os quadros administrativos e técnicos das instituições sejam assegurados por bolseiros.
Exigem igualmente rigor na atribuição das bolsas e a manutenção das suas condições iniciais até ao final da vigência, tal como um investimento continuado e estruturado na investigação, com "práticas laborais dignas e justas".
Os bolseiros recordam que "o crescimento económico depende da ciência e o desinvestimento na ciência é a garantia de um retrocesso social e científico para Portugal".
