Para o concerto do dia 31 de maio no Ateneu Criativo, o vocalista promete “muita energia” e realça que vai ser uma atuação “bastante honesta, como sempre, sem grandes rodeios. Vai ser uma noite especial”. Vir a São Miguel “não foi uma decisão muito difícil de tomar”, refere.
O mais recente trabalho da banda tem uma estrutura “blues”, mas também “temos uma vertente bastante rock and roll, mas também uma vertente de origem afro americana. É um estilo que nós gostamos bastante”, afirma o vocalista dos The Black Mamba.
O tema pelo qual tiveram um maior reconhecimento, foi “It ain’t you”, que também foi o “single” de apresentação do primeiro disco.
Nos concertos, a banda que inicialmente era uma banda de covers, tem diversas formas de estar em palco. Quando atuam sozinhos a atuação é de uma maneira, quando têm consigo em palco amigos convidados, o concerto toma outro rumo. “Quando temos convidados conseguimos ser uma banda mais abrangente nos estilos musicais que tocamos, quando somos só os três sozinhos vira mais um “power tree”.
O vestuário da banda é pensado ao pormenor, mas segundo Pedro Tatanka “aconteceu muito naturalmente, foi uma coisa que foi aparecendo, foram mudando coisas, foram mudando os adornos”. Muitas pessoas comparam, principalmente, o vocalista a outros músicos, devido ao “estilo” que adotou para quando entra em palco, mas Pedro Tatanka assegura que “naturalmente não andamos assim vestidos no dia-a-dia”.
Os elementos da banda têm todo o mesmo estilo e vêm isso como uma forma de estar numa peça de teatro. ”Acho que é uma extensão do que se passa na música e é um pouco vestir o personagem, encarnar um personagem quando se chega ao palco”, refere.
Os membros da banda The Black Mamba já tinham uma carreira profissional antes de se juntarem e criarem este projeto. “Agora tocamos muito menos do que tocávamos antes de lançar este disco, porque a reflexão tem que ser feita de outra forma e porque nem sempre se reúnem as condições para que possamos tocar”, conclui.