Eleições regionais

Berta Cabral defende "compasso de espera" na revisão da Lei de Finanças Regionais

Berta Cabral defende "compasso de espera" na revisão da Lei de Finanças Regionais

 

Lusa/AO online   Regional   24 de Set de 2012, 14:59

A candidata do PSD/Açores à presidência do Governo Regional, Berta Cabral, afirmou esta segunda-feira que, dada a "conjuntura difícil" atual, é preferível fazer "um compasso de espera" na revisão da Lei de Finanças Regionais.

“O PSD está sempre disponível para defender qualquer posição que seja boa para os Açores, que defenda os Açores e os açorianos”, frisou Berta Cabral, em declarações à Lusa, numa reação ao apelo lançado esta manhã pela CDU para uma união de esforços dos partidos para evitar a abertura do processo de revisão da Lei de Finanças Regionais.

“Numa altura de conjuntura difícil como esta que atravessamos, compreendemos que é melhor fazer um compasso de espera”, salientou a candidata e líder regional social-democrata, acrescentando que, “se houver esse entendimento, da parte do PSD podem sempre contar com a defesa intransigente daquilo que é o melhor para os Açores”.

Berta Cabral falava à entrada de um almoço com representantes do núcleo empresarial da ilha Graciosa, a quem apresentou o modelo de transporte que defende para o arquipélago, assim como as suas propostas em áreas como o emprego e a produção agrícola.

A candidata social-democrata recordou que a designação de 'região económica', que é um dos temas centrais das suas propostas eleitorais, surgiu na Graciosa, sendo também nesta ilha que será apresentada pela primeira vez a plataforma informática que está a ser desenvolvida por técnicos voluntários e que servirá de suporte à implementação da região económica.

“Para haver circulação e venda de mercadorias é preciso tomar conhecimento do que existe, de forma complementar e planeada. Não queremos todas as ilhas a produzir a mesma coisa, precisamos que as ilhas tenham produções complementares, devidamente articuladas e planeadas para que não haja umas produções e falta de outras”, defendeu Berta Cabral.



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