Belenenses impõe primeira derrota caseira a um apagado Sporting de Braga

Belenenses impõe primeira derrota caseira a um apagado Sporting de Braga

 

Lusa/Ao online   Futebol   23 de Fev de 2019, 02:15

O Belenenses venceu esta sexta feira o Sporting de Braga, 2-0, na 23.ª jornada, infligindo a primeira derrota caseira na I Liga de futebol aos minhotos, que, com meia equipa ‘nova’, realizaram a pior exibição da época no seu reduto.

Kikas, aos 38 minutos, e Licá, aos 60, deram cor a uma exibição personalizada do Belenenses e castigaram uma muito apagada atuação do Braga, que se segue ao ‘cinzentismo’ já demonstrado em Alvalade, diante do Sporting, na última ronda (derrota por 3-0).

Sem os castigados Raul Silva e Fransérgio, Abel Ferreira fez seis alterações no ‘onze’. Destaque para a titularidade de Aylton, Eduardo e Murilo, jogadores muito pouco utilizados pelo técnico, e para o facto de João Novais, titular na derrota (3-0) em Alvalade, diante do Sporting, nem no banco se ter sentado.

A esta revolução não será alheio o jogo de terça-feira no Dragão, mas o Braga vai agora defrontar o FC Porto, na primeira mão das meias finais da Taça de Portugal, com o moral em baixo depois de duas derrotas seguidas.

Os bracarenses até podiam ter marcado logo aos 04 minutos, mas Dyego Sousa, na cara de Muriel, rematou contra o guardião e, três minutos depois, Wilson Eduardo rematou cruzado para boa defesa do brasileiro.

Esses lances seriam a exceção porque, a partir daí, a equipa da casa eclipsou-se. Já depois de o VAR ter anulado um golo a Licá (12 minutos), por fora de jogo de Zacarya, que tinha assistido o avançado, o Belenenses inaugurou mesmo o marcador.

Após canto da esquerda, Sasso cabeceou para defesa de Tiago Sá e, na recarga, Kikas fez o primeiro (38).

O Braga tinha muitas dificuldades em entrar no último reduto ‘azul’ e, após o intervalo, o rumo do jogo não mudou muito.

O Belenenses dilatou a vantagem aos 60 minutos, com Licá, após passe de Zacarya, a aproveitar a passividade da defesa bracarense e a rematar com muita força, descaído sobre a esquerda, num lance em que Tiago Sá não fica isento de culpas.

Abel Ferreira lançou Paulinho logo a seguir, mas foi Dyego Sousa, aos 69 minutos, a cabecear com perigo depois de um canto da direita.

Trincão e Xadas, as apostas seguintes do técnico ‘arsenalista’, pouco acrescentaram, tendo pertencido a Paulinho, com um remate à barra (85), a melhor oportunidade para marcar dos bracarenses neste período.

Silas refrescou a equipa com Dalcio, Cleylton e Dramé, os dois últimos já na parte final, e o Belenenses somou justamente os três pontos.



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