Transportes marítimos

Atlânticoline reafirma que navio Atlântida é "assunto encerrado"

Atlânticoline reafirma que navio Atlântida é "assunto encerrado"

 

Lusa/AO online   Regional   11 de Ago de 2012, 15:08

A Atlânticoline reafirmou hoje que a questão do navio Atlântida é um

“A Atlânticoline tem dado provas de grande compreensão para com a situação financeira dos ENVC, como pode ser aferido pela boa vontade demonstrada nos sucessivos adiamentos do pagamento de um montante de 7 ME ainda em dívida, relativos ao acordo de rescisão dos contratos de construção dos navios Atlântida e Anticiclone”, refere a empresa que assegura o transporte marítimo de passageiros e viaturas nos Açores. Num comunicado enviado à Lusa, a Atlânticoline recorda que "o navio Atlântida foi recusado por não atingir a velocidade estabelecida contratualmente, tal como certificado pela classificadora Germanischer Lloyd, constituindo um assunto encerrado com o acordo de resolução homologado pelo Tribunal Arbitral”. A posição da Atlânticoline surge na sequência das declarações do presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, que considerou “uma vergonha” o concurso aberto pela empresa para fretar dois navios para o transporte de passageiros e viaturas entre as ilhas dos Açores, enquanto o Atlântida continua parado. A abertura deste concurso levou também a Comissão de Trabalhadores dos ENVC a apelar ao boicote dos produtos açorianos, acusando as autoridades regionais de “andarem a brincar com os impostos dos portugueses”. No comunicado enviado hoje à Lusa, a Atlânticoline salienta que o concurso público recentemente lançado “cumpre o exigido pela legislação comunitária para este tipo de procedimentos legais”. Para a empresa, este concurso, que visa o fretamento de dois navios para o transporte interilhas em 2013 e 2014, com opção para 2015, “é a solução que melhor acautela o interesse da Atlânticoline e da Região Autónoma dos Açores, que é a manutenção do serviço de transporte interilhas de passageiros e viaturas de acordo com os critérios de fiabilidade, qualidade e rigor económico que o têm caracterizado”. “Estes princípios só podem ser cumpridos, no que diz respeito, por exemplo, aos tempos de ligação entre as ilhas ou ao consumo de combustível com o cumprimento dos requisitos técnicos exigidos nesse concurso”, acrescenta a empresa.


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