António Paulo Costa mantém medida de coacção mínima


 

Lusa / AO online   Economia   26 de Nov de 2009, 17:50

O arguido do caso Face Oculta António Paulo Costa, quadro da Petróleos de Portugal (Galp), mantém para já a medida de coacção mínima, o Termo de Identidade e Residência, disse o seu advogado.
“O cliente que represento sai apenas com Termo de Identidade e Residência, a aguardar o despacho final do inquérito”, declarou o advogado Carlos Pinto de Abreu, no final do interrogatório ao arguido.

Acrescentou que o interrogatório decorreu de forma "rigorosa, correcta e exaustiva".

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